Fillity

Por acreditar em mulheres seguras que buscam estilo na reinterpretação inteligente do clássico e na essencial presença da qualidade, a Fillity chega aos 20 anos fascinando uma crescente legião de admiradoras.

Surpreender em moda não é apenas a busca do novo, do diferente ou do must have absoluto de determinada temporada. Um dos ensinamentos que fizeram com que a própria moda ficasse mais madura e preparada para entrar num novo milênio foi descobrir a fórmula de reciclar a mulher com itens e atitudes que possam lhe garantir a tão desejada feminilidade, além de exibir informação, segurança e sensualidade na medida certa. E, claro, conseguindo driblar um campo traiçoeiro, o déjà vu – traduzindo, o da repetição sem emoção. Por isso, fazer do clássico um admirável “novo” – e sem medo – na contemporânea cena fashion é caminho dos mais instigantes. E quando essa legítima atitude chega aos 20 anos de sucesso, o champanhe tem que estourar. Nascida em novembro de 1988, a paulistana grife Fillity completa duas décadas vestindo mulheres que em plenos vinte e poucos anos sabem o que querem por serem bem resolvidas. E por isso se tornam elegantes, atraentes, fortes ou delicadas – nunca despercebidas.

A comemoração da data é, antes de tudo, a busca da qualidade em todos os níveis de um dos triângulos mais apaixonantes que existem: o da mulher com seu estilo e seu guarda-roupa.

“Estaremos sempre visando à qualidade não só têxtil e de caimento de nossas roupas, mas no vestir em si. Esse é o grande prazer de quem faz para quem usa”, diz a idealizadora da marca, Esperança Dabbur.

O trabalho da Fillity nasceu, na verdade, no divã. Trata-se de uma terapia de observação das vontades da mulher e de uma vocação apaixonante de Esperança por desenvolvimento de vestuário – por 15 anos ela atuou no serviço social e na Psicologia, com especialização em Psiquiatria. Caçula de uma prole de seis filhos de um fazendeiro, aprendeu por ordem do pai corte e costura e passava as tardes na loja de tecidos da família. Já moça, desenhava os próprios vestidos e decidia se seria de algodão, crepe, seda… Depois, formada, casada e mãe de três filhos, trabalhou em hospitais psiquiátricos e também no antigo presídio do Carandiru, em São Paulo. Mas queria algo sólido, tanto para si mesma como para seu clã. Fascinada por comércio, pensou em montar uma grife e vestir mulheres que buscassem uma elegância que suprisse seus conceitos intelectuais. Ao mesmo tempo, uma amiga chegava de Boston dizendo que tinha estado numa butique incrível, que esbanjava feminilidade, chamada Frill´s. Em pouco tempo nascia, em São Paulo, a Fillity.

Desde que a marca surgiu, pode se dizer que Esperança iniciou uma terapia de estilo com uma legião de mulheres que se tornaram suas fiéis clientes.

E como é olhar para a Fillity de hoje? Por experimentos, podemos decifrar a calça saruel – peça emblemática deste verão – na ótica da marca. “É um clássico de praia, em San Barth ou em Bali. No nosso universo, vem em malha, com o cavalo sem exageros. Continua indo à praia, repaginada para o hoje mas não para o trabalho”, explica Esperança, enquanto apresenta o desenvolvimento de seus itens para sua rede de 10 lojas, todas próprias.

A fidelidade das clientes é alta, tanto pela durabilidade e coordenação de itens como pelo alto volume de aquisição no decorrer de cada temporada. É o que constitui a alma e o charme de uma marca.

Para mais informações sobre a marca, clique www.fillity.com.br


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